quarta-feira, 1 de maio de 2013

COMPRAR? PRECISA MESMO?



É difícil ter uma biblioteca em casa em um país onde o livro custa tão caro. Que o preço dos livros não é baixo, não discuto, apesar do comercio via internet baratear o cartel das livrarias. Eu pessoalmente adoro comprar livros, mas como ainda não sou rico, não posso ter todos os que eu quero. Mas eis que surge a luz no fim do túnel! Decidi compartilhar alguns dos métodos que eu uso pra ler, ler e ler sem ter que necessariamente comprar.

Método 1: Sabe aquele amigo que, assim como você, compra livros? Sim, pode pedir emprestado!  E seja educado devolvendo os livros, isso te garante a amizade e novos empréstimos. Lembre-se que a recíproca é verdadeira.

Método 2: Bibliotecas públicas existem por um motivo! Por mais que a tia chata cobre multa por atraso, é uma opção.

Método 3: Cancele o iPhone 5 ou o PS3, livros podem ser ótimas opções de presente. Faça o pedido para sua tia que adora te dar meias ou camisetas (que você acaba nunca usando).

Método 4: Roube!

Brincadeira. Não roube! O Ápice da Curva não apoia crimes, mesmo que sejam motivados por cultura.

Método 5: Escambo funcionava na Idade Média e, acredite, funciona muito bem nos tempos modernos. Troque aqueles livros que você sabe que nunca vai ler novamente por outros de seu interesse.

Método 6: Eu não faço, mas conheço quem faça. Estou falando de baixar cópias da internet e ler no computador, no tablet ou no celular. Pirataria? Você faz isso com filmes e músicas, então nada de vir com essa desculpa.

Método 7: Feiras de livro e sebos podem ser muito melhor do que aquela liquidação de shopping. Lá você pode encontrar tudo por um preço bem acessível.

Método 8: E, por último, você já ouviu falar de Excel? Pois bem, este programa da Microsoft, lhe permite fazer ótimas planilhas para controlar o orçamento e separar uma graninha para aqueles livros que não se encaixam nos métodos acima.

Espero ter ajudado com estas dicas. E também se você, leitor, souber de algum outro método, compartilha com a galera!


Texto: Pedro Almeida

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