quinta-feira, 21 de março de 2013

ACEITA UM CHÁ?

Ao abrir os jornais, algo fica claro: a coisa está feia! As pessoas acabam ficando com a sensação de que a natureza humana atravessa cada vez mais desgraças. Tragédias sempre aconteceram, mas nunca estiveram em tamanha evidência e nem em tamanha projeção: miséria, falta de água, degradação ambiental estão no cardápio do planeta para os próximos anos. Pobreza extrema e degradação do planeta serão aspectos comentados com frequência nas casas, daqui a 37 anos, durante a tarde, tomando um chá.

Aliás, talvez essa pobreza já nem nos permita comprar chá. Então... tomando água? Também não existirá mais água. É possível que três ou quatro famílias dividam um mesmo quarto. Isso mesmo! E quem pode sustentar esta teoria é o relatório da ONU, que prevê uma catástrofe ambiental, motivada pela pobreza, no ano de 2050.





Apesar dos caríssimos investimentos em sustentabilidade e energias renováveis – que foram realizados por diversos países –, estima-se que em 37 anos quase 3 (três!) bilhões de pessoas estarão vivendo sob extrema pobreza, das quais ao menos 155 MILHÕES estarão concentradas no Caribe e América Latina. Entre os principais motivos, a falta de água potável e matéria-prima (de industrializados e agricultura), que aumentará os valores dos produtos que ainda estarão à venda. As famílias já miseráveis, não terão condições de obter tais recursos, e as chances de sair da pobreza serão praticamente nulas.






Não podemos ignorar, é claro, o famoso aquecimento global, que já é um velho conhecido! O agravamento do efeito estufa, provado pela poluição, está aumentando a temperatura terrestre, o que precisa ser considerado como aspecto motivador da pobreza. Torcemos para que os adoradores do calor estejam lendo essa matéria, e ao mesmo tempo, percebendo o quanto o “caridoso” sol pode ser prejudicial, tanto para os que não possuem o hábito de usar o protetor solar, quanto para o restante da população mundial!



E o caos estará instaurado! 1,9 bilhão de pessoas entrando na extrema miséria. Um destino que parece não poder ser evitado. E agora, o que fazer? Talvez tomar um chá enquanto ele ainda pode ser comprado, ou um copo de água, enquanto ela ainda existe.


Texto: Mônica Seolim e Fernanda Bertonha



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